23 agosto 2006

Programa do Jô | Lilian Wite Fibe Relembra Jornal Terra

Já tem algum tempo, mas se trata de umas das pérolas televisivas dos últimos tempos!

18 agosto 2006

Novo Fantomas
Super Dínamo #36A_02 (1967)

Segunda parte
Super Dínamo #36A_01 (1967)

Só para os trintões. Divirtam-se"!!!

17 agosto 2006

Jo Soares - A vida de Joseph Cliver

Simplesmente sensacional!!
Pole Position Commercial! (Atari)

Trash!!!!

16 agosto 2006

Tapa na pantera

uma plantinha com umas petalas brancas em volta ...

eeeeeeeeeeeeeeeee

margarida me tras um cha


SUHHUahsuuhASUHahushuASHUahushuASUHahus

pqp a veia e fodaaa !!
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ajota77 (11 hours ago)
Poderia ser a sua vó.
Melhor que zorra total e praça nossa juntos! Essa véia podia comandar um programa humorístico em cadeia nacional de horário nobre.
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oscarmjr (11 hours ago)
TUDO ARMAÇÃO!
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jebaum (11 hours ago)
Ela fuma no cachimbo porque o que faz mal é o "papelzinho" ...

Huehuehuehueuhe SINISTRA!
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Roxrevolutions (11 hours ago)
FUMO A 30 ANOS E NAUM TO VICIADA !

HAuahuAHUhauHAUhuaHUAuhaHU

Como eh o nome da florzinha amarelinha ??? AHHH MARGARIDAAAAA

TRAZ O CHÁÁÁÁ FUMA AKI TOMA U CHÁ FUMA AKI TOMA O CHÁ !

Fodaa huaHUAhuaHUAHu

11 agosto 2006

VARIG SINÔNIMO DE VENGONHA E FALTA DE RESPEITO

Quando assistia as notícias na TV , ficava imaginando que não gostaria de passar por uma situação como essa nunca!! Pois bem, achava que estava livre dessa vez pois não havia programado nenhuma viagem, apenas lamentava pelas pessoas que se encotravam naquela situção. Mas não é que uma tia minha de repente liga dizendo que estava de vôo marcado para chegar em Recife vindo de Portugal e que iria embarcar no mesmo dia para o Rio. Quem disse?! Foi aí que começou a nossa via crucis.... em meio a vai e vem, explica aqui, pede ali, andando pra lá e pra cá no saguâo do aeroporto de Recife, implorando a um e a outro algo que parecia impossível, ou seja, conseguir embarcar em um vôo para o Rio de janeiro, tendo já pago com antecedência e muito caro pela passagem, mas parecia que estávamos pedindo favor. Uma senhora idosa, com problemas cardíacos, implorava junto comigo e minha família por um pouco de respeito e dignidade...em vão!!! É lamentável que tenhamos que passar por estas situções para perceber o quanto somos pouco importantes em um mundo dominado pelo dinheiro.

PS: Uma dica para os compradores da VARIG. Mudem de nome se quiserem continuar no mercado e não falem pra ninguém!!!!!!

Camuflagem


Camuflagem, originally uploaded by ajmatos.

Amor gramatical

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural, alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda jovem, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por literatura e filmes ortográficos.

O substantivo gostou da situação. Era o prefácio que ele esperava: os dois a sós, sem ninguém ver nem ouvir. Não perdeu a oportunidade, começou a se insinuar, com perguntas e paráfrases. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára. Ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a se movimentar: só que em vez de descer, subiu e parou justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal para convencê-la a entrar em seu aposto.Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em hiato, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um cedilha com gelo para ela. Ficaram conversando, confortavelmente instalados num acento, quando ele voltou à tônica, usando seu experiente adjunto adverbial. Vendo o objeto direto do seu desejo totalmente entregue à voz passiva, rapidamente lançou-se ao imperativo. Abraçaram-se numa pontuação tão minúscula que nem um período simples passaria entre os dois.Mas, apesar dos tremas e vocativos, ela resistia. Quando tentou soletrá-la, ela saiu de si: desferiu-lhe um travessão que o fez cair do acento. Oxítona como um pimentão, ela estendeu-lhe as aspas para ajudá-lo a levantar-se, e então confessou que ainda era vírgula. Depois de um silêncio infinitivo, ela ergueu-se numa ênclise e dirigiu-se intransitiva para a porta.Foi quando soou o tritongo. Num hífen, ele pulou para frente da porta, impedindo-a de abrir, com os olhos assustados de um sujeito indefinido. Tocaram de novo o tritongo, enquanto ela o olhava interrogativa, aguardando um complemento verbal qualquer que justificasse aquele adendo. Gramaticalmente, ele gesticulou para que ela se escondesse dentro do vocabulário, dizendo que depois lhe explicaria tudo.Isso é o cúmulo do gerúndio!, exclamou ela, abrindo enfim a porta.Surgiu então uma proparoxítona hiperbólica, cheia de bijuterias e asteriscos, exalando uma locução forte e barata.O que é esta trissílaba está fazendo em nosso aposto?, disparou.Metendo-se no meio das duas, o substantivo assumiu um ar circunflexo e disse que ia botar os pingos nos is, começando uma longa oração adjetiva explicativa: não havia ali nenhuma relação de gêneros envolvida; o artigo feminino era apenas uma vizinha que viera lhe pedir um colchete emprestado; conversavam a respeito do verbo auxiliar do prédio, cuja mãe estava com um adjunto adnominal incurável; estavam pensando em recolher proposições que... mas o próprio artigo feminino o interrompeu, soltando o verbo:- Eu é que não tomarei particípio neste bando de metonímias!, gritou superlativa, e aplicou-lhe um tritongo nasal que o fez cair de joelhos. Em seguida saiu, batendo a porta.O substantivo, então, voltou-se para sua proparoxítona:
- Não me venha com redundâncias! Quer saber a verdade? Sempre achei você um substantivo abstrato. Um mero ponto-e-vírgula, um diminutivo. Você não vale um til! Está vendo esta aliança? Pode mandar prolixo! E ponto final."Bem que me avisaram que toda proparoxítona é a acentuada...", pensou o substantivo. Sozinho em seu aposto, pôs-se a fazer um sumário sobre o ocorrido. No fim das crases, o pretérito havia sido mais-que-perfeito: conseguira livrar-se da proparoxítona, com quem a ligação já estava ficando um tanto defectiva. "Só espero que aquele artigozinho feminino não faça uma metáfora de mim para todo o edifício". Ele não queria que a verborragia chegasse aos ouvidos da vogal do 507, com quem sonhava viver uma conjunção coordenativa conclusiva. Era preciso reconhecer: ela tinha um conectivo de fechar o parágrafo!


Autor anônimo

03 agosto 2006

Buffie The Body


Buffie The Body, originally uploaded by The TRSQ.

Saiba


Adriana Calcanhotto - Saiba
by Arnaldo Antunes



Saiba - Adriana Calcanhoto
Arnado Antunes

Saiba: todo mundo foi neném
Einstein, Freud e Platão também
Hitler, Bush e Saddam Hussein
Quem tem grana e quem não tem

Saiba: todo mundo teve infância
Maomé já foi criança
Arquimedes, Buda, Galileu
e também você e eu

Saiba: todo mundo teve medo
Mesmo que seja segredo
Nietzsche e Simone de Beauvoir
Fernandinho Beira-Mar

Saiba: todo mundo vai morrer
Presidente, general ou rei
Anglo-saxão ou muçulmano
Todo e qualquer ser humano

Saiba: todo mundo teve pai
Quem já foi e quem ainda vai
Lao-Tsé, Moisés, Ramsés, Pelé
Gandhi, Mike Tyson, Salomé

Saiba: todo mundo teve mãe
Índios, africanos e alemães
Nero, Che Guevara, Pinochet
e também eu e você

31 julho 2006

Brasil mostra a tua cara!!!



Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o

Brasil. E realmente parece que é um vício falar mal do

Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e

negativos, mas no exterior eles maximizam os

positivos, enquanto no Brasil se maximizam os

negativos.


Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram

horrores porque não há nada automatizado. Só existe

uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar

reclamando do serviço, corre o risco de ter seu

telefone temporariamente desconectado.


Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito

de enrolar o sanduíche em um guardanapo ou de lavar as

mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues

europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma

mão suja entregam o pão ou a carne.


Em Londres, existe um lugar

famosíssimo que vende

batatas fritas enroladas em folhas de jornal e tem

fila na porta.


Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de

não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe.

umam até em elevador.


Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau

humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no

Brasil podia ir pra lá dar aulas de "Como conquistar

o Cliente".


Você sabe como as grandes potências fazem para

destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se

você parar para observar, em todo filme os EUA a Bandeira

Nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos

emotivos. Temos uma língua que, apesar de não se parecer

quase nada com a língua portuguesa, é chamada de

língua portuguesa, enquanto que as empresas de software

a chamam de português brasileiro, porque não conseguem

se comunicar com os seus

usuários brasileiros através

da língua Portuguesa. Somos vítimas de vários crimes

contra nossa pátria, crenças, cultura,língua etc...

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos

muitas razões para resgatar nossas raízes culturais.


Os dados são da Antropos Consulting:


1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no

combate à AIDS e de outras doenças sexualmente

transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está

participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos

países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a

mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal

Regional Eleitoral (TRE)estava informatizado em todas

as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24

horas depois do início das apurações.O modelo chamou a

atenção de uma

das maiores potências mundiais: os

Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser

refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando

em xeque a credibilidade do processo.

5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os Internautas

brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na

América Latina.

6. No Brasil, temos 14 fábricas de veículos instaladas

e outras 4 se instalando, enquanto alguns países

vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos, 97,3%

estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o

segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a

ada mês.

9. Na telefonia fixa, nosso país ocupa a quinta

posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.89% Possuem certificado

de qualidade ISSO 9000, maior número entre os países

em desenvolvimento. No

México, são apenas 300 empresas e

265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e

helicópteros executivos.


Por que temos esse vício de só falar mal do nosso Brasil?


1. Por que não nos orgulhamos em dizer que nosso

mercado editorial de livros é maior do que o da Itália,

com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que temos o mais moderno sistema bancário

do planeta?

3. Que nossas agências de publicidade ganham os

melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falamos que somos o país mais

empreendedor do mundo e que mais de 70% dos

brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte

de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizemos que somos hoje a terceira

maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está

punindo seus próprios membros, o que raramente

ocorre

em outros países ditos civilizados?

7. Por que não nos lembramos que o povo brasileiro é

um povo hospitaleiro que se esforça para falar a

língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para

atendê-los bem?

8. Por que não nos orgulhamos de ser um povo que faz

piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos

de cabeça erguida.


É! O Brasil é um país abençoado de fato.

Bendito este povo, que possui o dom de unir

odas as raças, de todos os povos.


Bendito este povo, que sabe entender todos os

sotaques.


Bendito este povo, que oferece todos os tipos de

climas para contentar toda gente.


Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!


Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas

que você puder. Talvez não consigamos mudar a atitude

de cada brasileiro que ler estas palavras, mas,

pelo

menos, por alguns momentos, ele irá refletir e se

orgulhar de ser BRASILEIRO!

27 julho 2006

Cotas nas Universidades

Teses e truques

Míriam Leitão


Em vez de discutir cota, é melhor investir na educação. Não se deve adotar um sistema que separa por raça, pois isso criará racismo. Não se pode ferir o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Nunca pode ser revogado o princípio do mérito acadêmico. Os argumentos se repetem e parecem ótimos. Escondem a mesma resistência ao tema racial que temos mantido desde a abolição e as conclusões estão truncadas. Nunca, os que defendem cotas raciais na universidade propuseram a escolha entre cotas e qualidade da educação. Não há essa dicotomia. É uma falsidade para truncar o debate. É fundamental melhorar a educação em todos os níveis. As cotas raciais não revogam essa idéia. O princípio da igualdade perante a lei é a pedra que sustenta as sociedades democráticas e modernas. As ações afirmativas não vão revogá-lo. A igualdade perante a lei sempre conviveu com o tratamento diferente aos desiguais. Na área tributária, a regressividade, por exemplo: a alíquota para os

mais ricos é maior. As transferências de renda são para quem tem renda abaixo das linhas de pobreza e miséria. Mulheres estão sub-representadas na política e, para tentar vencer isso, há a cota de 30% nas candidaturas. No comércio internacional, existe o princípio do tratamento diferenciado para os países mais pobres. Há muito tempo, o Direito convive com os dois princípios, como complemento um do outro. Um garante o outro. Tratar da mesma forma os desiguais acentua a desigualdade. O princípio da igualdade perante a lei é apresentado na discussão como um truque. Não há conflito entre ele e o outro

princípio civilizatório do tratamento diferenciado aos desiguais. Quem quer defender o princípio da igualdade perante a lei deveria fazer um manifesto contra, por exemplo, a aberração de prisão especial para criminosos com curso superior. O mérito acadêmico tem que ser preservado na formação universitária. Ele não está sob ameaça com medidas para aumentar o ingresso de negros na universidade. As avaliações de desempenho de diversas universidades mostram que não há esse risco. Os adversários das cotas rejeitam as avaliações dizendo que ainda não foi feito um estudo consistente. O mesmo argumento invalida seus próprios argumentos de que a qualidade da universidade estará em risco com as cotas. A universidade americana, que nunca abriu mão do mérito acadêmico, dá pontuação diferenciada por razões raciais, sociais e até aos esportistas no ingresso nas escolas. Não podem ser adotadas políticas que incentivem o racismo. Quem discordaria disso? Esse argumento usado contra as cotas é um dos mais perversos truques. As políticas de ação afirmativa não vão criar o racismo. Não se

cria o que já existe. O Brasil tem um fosso enorme, resistente, entre brancos e negros e é esse fosso que se pretende vencer. Sem o incentivo à mobilidade, o Brasil carregará para sempre as marcas da escravidão. Ela tem se eternizado por falta de debate e de políticas dedicadas a superar o problema. Empresas internacionais adotam há tempos metas para aumentar a diversidade de seus funcionários, executivos e gerentes. É um objetivo desejável no mundo multiétnico e que se quer menos racista e menos injusto. Órgãos públicos americanos usam nas suas contratações mecanismos para aumentar a representatividade das várias partes da sociedade. Governos diversos usam incentivos para determinadas políticas como parte dos seus critérios de seleção de fornecedores nas compras governamentais. Nada há de errado e novo nessas políticas. O que há é que, pela primeira vez, fala-se em usar esses mecanismos para promover a ascensão dos negros no Brasil. O país tem um horror atávico a discutir o tema. Já se escondeu atrás de inúmeros sofismas. Acreditava estar numa bolha não racial, um país diferente, justo por natureza. Não existe raça. É fato. Biológica e geneticamente não existe, como ficou provado em estudos recentes. Isso é mais um argumento a favor das políticas anti-racistas e não o contrário. Os avanços acadêmicos na área só servem para mostrar que os negros são mais pobres, têm piores empregos, ganham menos, não por qualquer incapacidade congênita, mas por falha da sociedade em construir oportunidades iguais. Isso se corrige com políticas públicas, iniciativas privadas, para desmontar as barreiras artificiais ao acesso dos negros à elite. O debate é livre e benéfico. O problema não é o debate, mas alguns dos argumentos. E pior: os truques. Acusar de promover o racismo o primeiro esforço anti-racista após 118 anos do fim da escravidão é uma distorção inaceitável.


Quem gosta do Brasil assim deve ter a coragem de dizer isso. Quem não acha estranho, nem desconfortável, entrar nos restaurantes e só ver brancos, ver na direção das empresas apenas brancos, conviver com uma elite tão monocromática, tudo bem. Deve simplesmente dizer que prefere conservar o Brasil como ele é, com os brancos e negros mantidos assim: nesta imensa distância social.


Jornal: O GLOBO Autor:

Editoria: Economia Tamanho: 814 palavras

Edição: 1 Página: 20

Coluna: Panorama Econômico Seção:

Caderno: Primeiro Caderno




Agência O Globo